Pedro Paulo
Pedro Paulo Bittencourt · nasceu em 1960
Pedro Paulo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pedro Paulo declarou R$ 94,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 64% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Pedro PauloR$ 94,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Paulo declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Passo de Torres (SC) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Ana Paula Cardoso Kjillin MeR$ 33444,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Passo de Torres (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 51,2 por voto. Quem venceu, Fom, gastou R$ 43,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 276; o mais barato, R$ 43,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dinora MDBR$ 8,5 mil · 31 votosR$ 276
- Ademilson Batista PSDBR$ 41 mil · 302 votosR$ 135
- Tereza MDBR$ 6,3 mil · 47 votosR$ 135
- Moacir MDBR$ 15 mil · 181 votosR$ 83,6
- Valmorzinho MDBR$ 12 mil · 145 votosR$ 83,4
- Nelo (Cola Fina) MDBR$ 9,8 mil · 174 votosR$ 56,3
- Jonas Souza PTR$ 14 mil · 281 votosR$ 51,2
- Adilson Do Posto PSDBR$ 10 mil · 207 votosR$ 50,5
- Nivaldo Kjillin MDBR$ 8,2 mil · 170 votosR$ 48,5
- Marlene Vidor MDBR$ 10 mil · 212 votosR$ 47,5
- Altemir (Amim) PSDR$ 8,2 mil · 182 votosR$ 45
- Fom PSDR$ 12 mil · 284 votosR$ 43,4
Votos por real
- 2012, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 8,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.