Pedro Mamédio
Pedro Luiz da Silva · nasceu em 1956
Pedro Mamédio se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Mamédio declarou R$ 30,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Mamédio declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ipubi (PE) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.05198,2%
- EscritórioR$ 201,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipubi (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Glauber De Deinha, gastou R$ 6,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,7; o mais barato, R$ 6,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Nájila PSDR$ 8,4 mil · 303 votosR$ 27,7
- Cezar Vicente MDBR$ 24 mil · 921 votosR$ 26,3
- Everton Torres PSDR$ 6,5 mil · 352 votosR$ 18,3
- Alex De Vicentim PSDR$ 4,7 mil · 293 votosR$ 15,9
- Barrocha PSBR$ 5,8 mil · 401 votosR$ 14,4
- Shell PSBR$ 6,7 mil · 505 votosR$ 13,2
- Gilson Rodrigues PSDR$ 4,7 mil · 451 votosR$ 10,5
- Ana Abrantes PSBR$ 6,2 mil · 631 votosR$ 9,87
- Afonso Barros PSBR$ 6,8 mil · 777 votosR$ 8,74
- Janieure De Bertim PSBR$ 4,8 mil · 602 votosR$ 7,95
- Osmar Gomes PSBR$ 5,4 mil · 782 votosR$ 6,88
- Glauber De Deinha PSDR$ 5,9 mil · 888 votosR$ 6,61
Votos por real
- 2020, vereador: 382 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.