Pedro Lazina
Pedro Lazina Bacil · nasceu em 1962
Pedro Lazina se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 56 anos, superior incompleto, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParanáPV 43703· centro· na urna, Pedro Lazina Bacilsuplente408 votos; 438º mais votado de 738 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Pedro Lazina teve 411 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 500º lugar entre 704 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Curitiba deu 69,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Lazina declarou R$ 107,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 23,8 mil acima da inflação.
Em 2018, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Pedro LazinaR$ 107,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Lazina declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,5 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Curitiba (PR) · PV · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 4.67872,4%
- Fundo partidárioR$ 1.13717,6%
- PessoasR$ 64810%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.23365,5%
- Material impressoR$ 2.23134,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 54,2 por voto. Quem venceu, Cristiano Santos, gastou R$ 33,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 438; o mais barato, R$ 33,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Folador PVR$ 247 mil · 565 votosR$ 438
- Bernardo Duarte DCR$ 397 mil · 2.896 votosR$ 137
- Bruno Pessuti PSDR$ 430 mil · 4.562 votosR$ 94,3
- Veterinario Fernando Ibanez PHSR$ 467 mil · 5.572 votosR$ 83,9
- Professora Josete PTR$ 274 mil · 4.432 votosR$ 61,8
- Angelo Vanhoni PTR$ 263 mil · 4.257 votosR$ 61,7
- Jonny Stica PDTR$ 292 mil · 5.396 votosR$ 54,2
- Pier PTBR$ 404 mil · 7.868 votosR$ 51,3
- Sabino Picolo DEMR$ 303 mil · 6.565 votosR$ 46,1
- Beto Moraes PSDBR$ 386 mil · 10.097 votosR$ 38,2
- Helio Wirbiski CIDADANIAR$ 274 mil · 7.618 votosR$ 36
- Cristiano Santos PVR$ 206 mil · 6.151 votosR$ 33,6
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 130 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.