Pedro Kovaleski
nasceu em 1965
Pedro Kovaleski se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro Kovaleski declarou R$ 591,8 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Pedro KovaleskiR$ 591,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Kovaleski declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Flores da Cunha (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 14250%
- Próprio bolsoR$ 14250%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Flores da Cunha (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,8 por voto. Quem venceu, Horacio Rech, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,7; o mais barato, R$ 8,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jaqueline Andrade PSBR$ 3 mil · 51 votosR$ 59,7
- Evandro Piroli MDBR$ 6,8 mil · 137 votosR$ 49,4
- Dambrós PDTR$ 10 mil · 244 votosR$ 41,2
- Amália Süss PDTR$ 5,5 mil · 175 votosR$ 31,5
- Fatima Finger PPR$ 7,2 mil · 326 votosR$ 22,1
- Guga Forlin MDBR$ 13 mil · 988 votosR$ 12,9
- Vera Rosa Veróka PPR$ 2,9 mil · 223 votosR$ 12,8
- Silvana De Carli PPR$ 5,4 mil · 436 votosR$ 12,5
- Mestre Jesus PDTR$ 4,3 mil · 364 votosR$ 11,9
- Horacio Rech PSBR$ 6,4 mil · 545 votosR$ 11,8
- Éverton Scarmin MDBR$ 3,6 mil · 331 votosR$ 11
- Silvio O Carteiro PPR$ 3,2 mil · 383 votosR$ 8,37
Votos por real
- 2020, vereador: 331 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 356 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 295 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.