Pedro Galo
Pedro da Silva Neto · nasceu em 1963
Pedro Galo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: AVANTE (2004–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParáAVANTE 70777· centro-direitasuplente3.642 votos; 145º mais votado de 415 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pedro Galo teve 3.642 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 145º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 41 cidades. Bragança deu 65,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Galo declarou R$ 258,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 184,2 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Pedro GaloR$ 258,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Galo declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bragança (PA) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.25870,5%
- Próprio bolsoR$ 1.78429,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.89547,9%
- Material impressoR$ 2.45640,6%
- ServiçosR$ 3646%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3245,4%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Bragança (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Irene Farias, gastou R$ 9,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,6; o mais barato, R$ 9,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edson Barbosa CIDADANIAR$ 18 mil · 212 votosR$ 84,6
- Charlão PSDBR$ 18 mil · 460 votosR$ 38,6
- Joao Paulo PROSR$ 23 mil · 646 votosR$ 35,3
- Prof Nonato Ceara PTR$ 24 mil · 842 votosR$ 28,3
- Paulo Quadros PDTR$ 15 mil · 635 votosR$ 24,4
- Bruno Lima MDBR$ 28 mil · 1.327 votosR$ 21,2
- Rivaldo Miranda MDBR$ 26 mil · 1.261 votosR$ 20,6
- Fabricia Guimarâes MDBR$ 21 mil · 1.133 votosR$ 18,1
- Luizinho Brito PSDBR$ 29 mil · 2.032 votosR$ 14,4
- Renato Oliveira PSCR$ 31 mil · 2.353 votosR$ 13,3
- Maurição PHSR$ 15 mil · 1.152 votosR$ 13,3
- Irene Farias PLR$ 17 mil · 1.796 votosR$ 9,40
Votos por real
- 2016, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.