Apuração
Vereador · 2024 · PSD

Pedrim do Bar

Pedro Furtado de Souza · nasceu em 1965

Pedrim do Bar se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012MDB2016MDB2020PTB2024PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PDT (2004–2008), MDB (2012–2016), PTB (2020), PSD (2024).

VereadorPartidoPDTMDBPTBPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Figueirão (MS)
    PSD 55444· centro-direita
    suplente56 votos
  2. 2020
    Vereador · Figueirão (MS)
    PTB 14456· centro-direita· na urna, Pedrinho do Bar
    suplente73 votos
  3. 2016
    Vereador · Figueirão (MS)
    MDB 15123· centro-direita· na urna, Pedro Furtado
    não eleito69 votos
  4. 2012
    Vereador · Figueirão (MS)
    MDB 15658· centro-direita· na urna, Pedrinho do Bar
    suplente71 votos
  5. 2008
    Vereador · Figueirão (MS)
    PDT 12312· centro-esquerda· na urna, Pedro do Bar
    candidatura não chegou à urna
  6. 2004
    Vereador · Figueirão (MS)
    PDT 12658· centro-esquerda· na urna, Pedro do Bar
    suplente31 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Pedrim do Bar declarou R$ 332,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 341,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 332,7 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 301.152 na declaração)

Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • Pedrim do BarR$ 332,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 332,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Casa na av. moises de araujo galvãoR$ 88,4 mil
    Casa
  2. Fazenda pontaR$ 88,4 mil
    Terra nua
  3. Lote 3, quadra 2, nova conquista, figueirão/msR$ 66,9 mil
    Terreno
  4. Lote 2, quadra 2, nova conquista, em figueirão/msR$ 33,1 mil
    Terreno
  5. Chácara brasilR$ 33,1 mil
    Terra nua
  6. Conta corrente do banco bradescoR$ 17,7 mil
    Conta corrente no país
  7. Lote 1, quadra 2, nova conquista, figueirão/msR$ 2.541
    Terreno
  8. Banco do brasilR$ 2.498
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Pedrim do Bar declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Figueirão (MS) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 8.203
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 8.203
O maior gasto foi com pessoal: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Figueirão (MS), 2024

Mediana da disputa: R$ 256 por voto. Quem venceu, Vagney Fernandes, gastou R$ 49,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.641; o mais barato, R$ 49,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Marcia Lehmkuhl PSDR$ 16 mil · 10 votosR$ 1.641
  • Felipe Ya PLR$ 8,5 mil · 6 votosR$ 1.422
  • Rárika Oliveira PSDR$ 22 mil · 18 votosR$ 1.215
  • Lucas Eduardo PLR$ 8,2 mil · 9 votosR$ 911
  • Estela Almeida PSDR$ 22 mil · 27 votosR$ 810
  • Amaral PSDR$ 8,2 mil · 20 votosR$ 410
  • Verônica Do Lava Jato PLR$ 8,2 mil · 32 votosR$ 256
  • João Do Frete PLR$ 8,2 mil · 65 votosR$ 126
  • Ivan PSDR$ 8,2 mil · 110 votosR$ 74,6
  • Roni Silva PSDBR$ 12 mil · 205 votosR$ 58,4
  • Luciene Teodora PSDBR$ 9,8 mil · 170 votosR$ 57,9
  • Vagney Fernandes PSDBR$ 8,2 mil · 166 votosR$ 49,4

Votos por real

  • 2024, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 2,8 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.