Pedro Fernandes
Pedro Jesus Fernandes · nasceu em 1959
Pedro Fernandes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Fernandes declarou R$ 175,6 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 13,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Pedro FernandesR$ 175,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencia l sito a rua jeronimo carreira miguelR$ 113,7 milCasa
- Fiat/palio, cor prataR$ 56,9 milPrevidência VGBL
- Cardeneta de poupança no banco do brasilR$ 4.549Caderneta de poupança
- Conta corrente banco do brasilR$ 429Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Fernandes declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pirangi (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.49360,6%
- PessoasR$ 97239,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.00740,9%
- ServiçosR$ 97239,4%
- PessoalR$ 32413,1%
- EscritórioR$ 1626,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Pirangi (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Titi Filho Do Luiz Da Auto Esc, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,5; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fatima Lanfredi PSDBR$ 12 mil · 197 votosR$ 61,5
- Leandra Cabeleireira MDBR$ 3 mil · 60 votosR$ 50,7
- Dito Pegorallo PSDBR$ 6,3 mil · 125 votosR$ 50,5
- Vanuza Do Açougue SOLIDARIEDADER$ 3 mil · 79 votosR$ 38,1
- Gipão PTBR$ 4,3 mil · 119 votosR$ 36,4
- Douglas Scardelato PSBR$ 9,6 mil · 374 votosR$ 25,5
- Pastor Juarez PATRIOTAR$ 4,2 mil · 178 votosR$ 23,7
- Rori Cantor SOLIDARIEDADER$ 3 mil · 147 votosR$ 20,7
- Doni Empreiteiro PTBR$ 3 mil · 164 votosR$ 18,4
- Tatonho PSDBR$ 3,3 mil · 188 votosR$ 17,4
- Titi Filho Do Luiz Da Auto Esc PSDBR$ 5,6 mil · 510 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 291 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 318 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.