Apuração
Vereador · 2020 · PATRIOTA

Pedro Emilio

Pedro Emilio Martins Arruda · nasceu em 1985

Pedro Emilio disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Carneirinho (MG)), pelo PATRIOTA: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,71← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPATRIOTA2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Carneirinho (MG)
    PATRIOTA 51234· direita
    eleito190 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Pedro Emilio declarou R$ 46,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 46,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.255 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Pedro EmilioR$ 46,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 46,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Pedro Emilio declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Carneirinho (MG) · PATRIOTA · eleito

De onde veio

R$ 2.980
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.980.
  1. Próprio bolsoR$ 1.50650,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.47549,5%

Para onde foi

R$ 2.980
O maior gasto foi com material impresso: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.980.
  1. Material impressoTudo de Grafica Araujo LtdaR$ 1.73458,2%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 92030,9%
  3. Rádio, TV e vídeoTudo de Tactus Comunicacao E Pesquisa EireliR$ 2839,5%
  4. EscritórioR$ 441,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Carneirinho (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 25,2 por voto. Quem venceu, Fabio Do Benevides, gastou R$ 8,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.980; o mais barato, R$ 8,69.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Leticia Magalhães PLR$ 3 mil · 1 votosR$ 2.980
  • Solange Da Dona Roxa PATRIOTAR$ 3 mil · 8 votosR$ 373
  • Valdeira Brito PATRIOTAR$ 3 mil · 25 votosR$ 119
  • Rodrigo Do Banco PLR$ 3,2 mil · 39 votosR$ 82,3
  • Juliano Melo PATRIOTAR$ 3,9 mil · 79 votosR$ 50
  • Joaquim Do Espeto PLR$ 4,1 mil · 149 votosR$ 27,3
  • Zenon PSBR$ 9,2 mil · 364 votosR$ 25,2
  • Cristina PLR$ 4,9 mil · 255 votosR$ 19
  • Wagner Panela PLR$ 4,1 mil · 286 votosR$ 14,2
  • Denilson Cipó PLR$ 3,4 mil · 256 votosR$ 13,1
  • Genomar PLR$ 3 mil · 336 votosR$ 8,87
  • Fabio Do Benevides PLR$ 3 mil · 343 votosR$ 8,69

Votos por real

  • 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.