Apuração
Vereador · 2016 · PP

Pedro Dolor

Pedro Geraldo Durço Alves · nasceu em 1958

Pedro Dolor se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11111· direita
    suplente87 votos
  2. 2012
    PP 11111· direita
    eleito156 votos
  3. 2008
    PP 11111· direita
    eleito127 votos
  4. 2004
    PP 11111· direita
    eleito152 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Dolor declarou R$ 495,5 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 220,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 495,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 305.000 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Pedro DolorR$ 495,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 495,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Sítio 07 hectaresR$ 243,7 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. 01 Casa com 3 quartosR$ 162,5 mil
    Casa
  3. 01 Casa situada a rua sebastião josé de paulaR$ 81,2 mil
    Casa
  4. VW gol 2001 placaR$ 8.123
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Dolor declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Santa Bárbara do Monte Verde (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 1.302
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.302.
  1. Próprio bolsoR$ 97274,6%
  2. Outros candidatosR$ 16812,9%
  3. PessoasR$ 16212,4%

Para onde foi

R$ 1.302
O maior gasto foi com serviços: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.302.
  1. ServiçosR$ 97274,6%
  2. TransporteR$ 16212,4%
  3. PesquisasR$ 876,7%
  4. Material impressoR$ 816,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Bárbara do Monte Verde (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Maxuel, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 464; o mais barato, R$ 11,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.