Pedro do Metro
Pedro Miranda Santos · nasceu em 1962
Pedro do Metro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PGT (2002), CIDADANIA (2004–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPGT 30624· sem classificaçãosuplente1.443 votos; 776º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Pedro do Metro teve 1.443 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 776º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Francisco Morato deu 72,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pedro do Metro declarou R$ 104,3 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 68,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Pedro do MetroR$ 104,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro do Metro declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Francisco Morato (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.04247,2%
- Outros candidatosR$ 63528,7%
- EmpresasR$ 43319,6%
- PartidoR$ 1004,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.16852,8%
- PessoalR$ 1.04247,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Francisco Morato (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 48,5 por voto. Quem venceu, Helio Gomes, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 332; o mais barato, R$ 30,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Da Adega PTR$ 59 mil · 178 votosR$ 332
- Ribeiro PSDBR$ 69 mil · 728 votosR$ 94,4
- Loro PTR$ 83 mil · 926 votosR$ 89,4
- João Lourenço PSDBR$ 58 mil · 768 votosR$ 75
- João Raposo PSBR$ 80 mil · 1.237 votosR$ 64,7
- Reinaldo Farinha PVR$ 48 mil · 990 votosR$ 48,6
- Darinho CIDADANIAR$ 98 mil · 2.010 votosR$ 48,5
- Paulo Dentista PVR$ 44 mil · 976 votosR$ 45,1
- Salsicha MOBILIZAR$ 50 mil · 1.225 votosR$ 40,6
- Nelsinho Da Periferia PSDBR$ 66 mil · 1.661 votosR$ 39,7
- Márcia Do Alegria PSDBR$ 41 mil · 1.229 votosR$ 33,1
- Helio Gomes PSBR$ 77 mil · 2.551 votosR$ 30,3
Votos por real
- 2012, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.