Pedrinho de Lima
Pedro de Lima · nasceu em 1950
Pedrinho de Lima se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pedrinho de Lima declarou R$ 125,3 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Pedrinho de LimaR$ 125,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedrinho de Lima declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 6,3 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Agudo (RS) · PDT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 65365,2%
- PessoasR$ 34834,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 69669,5%
- ServiçosR$ 18718,7%
- EscritórioR$ 11811,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Agudo (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 11,4 por voto. Quem venceu, Moises Kilian (Foguinho), gastou R$ 5,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 62; o mais barato, R$ 5,39.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renato Egon PSDBR$ 3,9 mil · 63 votosR$ 62
- Engenheiro Emilio PDTR$ 7,6 mil · 129 votosR$ 59
- Aliceu Klein MDBR$ 8,4 mil · 407 votosR$ 20,6
- Marcio Halberstadt PDTR$ 6,1 mil · 384 votosR$ 15,9
- Paulo Roberto Unfer PDTR$ 9 mil · 708 votosR$ 12,7
- Luxinho PPR$ 6,6 mil · 555 votosR$ 11,9
- Dario Edir Geis DEMR$ 6,1 mil · 530 votosR$ 11,4
- Claudete Hoffmann PDTR$ 4,1 mil · 409 votosR$ 10
- Rui Milbradt PPR$ 14 mil · 1.477 votosR$ 9,42
- Valerio Trebien MDBR$ 5,2 mil · 560 votosR$ 9,23
- Itamar Puntel MDBR$ 4,7 mil · 518 votosR$ 9,01
- Moises Kilian (Foguinho) MDBR$ 4,5 mil · 829 votosR$ 5,39
Votos por real
- 2004, vereador: 83 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.