Pedro de Leolino
Pedro Pereira da Silva · nasceu em 1954
Pedro de Leolino se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro de Leolino declarou R$ 15,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 812,5 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Pedro de LeolinoR$ 15,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro de Leolino declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itaipé (MG) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itaipé (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,4 por voto. Quem venceu, Judith De Filó, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ivan Ramalho MDBR$ 5,1 mil · 26 votosR$ 196
- Nivea Pinheiro PPR$ 4,1 mil · 63 votosR$ 64,6
- Nego Fazendeiro SOLIDARIEDADER$ 3,8 mil · 91 votosR$ 42,2
- Renato Da Ambulância PSBR$ 6,2 mil · 173 votosR$ 35,8
- Lúcio De Éruta PDTR$ 4,5 mil · 135 votosR$ 33,4
- Nana SOLIDARIEDADER$ 4,5 mil · 183 votosR$ 24,6
- Dorinha De Marquinho Brejaúba SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 203 votosR$ 24,4
- Rafinha Silva SOLIDARIEDADER$ 4,2 mil · 189 votosR$ 22,3
- Neubert PLR$ 5,5 mil · 292 votosR$ 18,9
- Edinho PDTR$ 6,1 mil · 334 votosR$ 18,1
- Dé Carajé PPR$ 6,2 mil · 403 votosR$ 15,4
- Judith De Filó REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 439 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2020, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.