Pedro da Oficina
Pedro Camargos dos Santos · nasceu em 1960
Pedro da Oficina se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pedro da Oficina declarou R$ 121,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Pedro da OficinaR$ 121,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Pedro da Oficina declarou ao TSE R$ 268 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Angelândia (MG) · PDT · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Angelândia (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 34,9 por voto. Quem venceu, Jair Porto, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Josué Da Copasa PVR$ 9,6 mil · 56 votosR$ 172
- Negão Do Povão PTBR$ 7,9 mil · 102 votosR$ 77,3
- Zé De Marçal PTBR$ 7,8 mil · 136 votosR$ 57
- Zaqueu PDTR$ 4,6 mil · 108 votosR$ 42,8
- Leo De Mauro PTBR$ 8,4 mil · 241 votosR$ 34,9
- Agnaldo Meira PSDBR$ 7,3 mil · 240 votosR$ 30,3
- Niltinho Do Fanado PDTR$ 6 mil · 273 votosR$ 21,8
- Carlos De Josino PTBR$ 5,6 mil · 262 votosR$ 21,4
- Jair Porto PTBR$ 5,3 mil · 271 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2008, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.