Pedro da Mina
Pedro Emilio Martins · nasceu em 1952
Pedro da Mina se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSDB (2004–2008), CIDADANIA (2012–2016), DEM (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pedro da Mina declarou R$ 127 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 46,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Pedro da MinaR$ 127 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedro da Mina declarou ao TSE R$ 8,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bofete (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bofete (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,4 por voto. Quem venceu, Zebra, gastou R$ 5,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 5,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Paula Roque PTR$ 2,2 mil · 12 votosR$ 180
- Nilton Sales PTR$ 13 mil · 89 votosR$ 144
- Pretinha Pinson PSDR$ 4,2 mil · 35 votosR$ 121
- Zélito REPUBLICANOSR$ 1,3 mil · 18 votosR$ 71,5
- Renato Ferreira DEMR$ 7,8 mil · 210 votosR$ 37
- Sagu REPUBLICANOSR$ 3,2 mil · 90 votosR$ 35,4
- Zé Alves Baixinho DEMR$ 1,6 mil · 64 votosR$ 25,4
- Paulo Ventura PVR$ 2,6 mil · 109 votosR$ 24
- Maurício Maracajá PSDR$ 2,2 mil · 133 votosR$ 16,5
- Neoclécio Cassemiro PVR$ 1,5 mil · 120 votosR$ 12,6
- Dalton Carteiro PVR$ 2,6 mil · 381 votosR$ 6,86
- Zebra PSDBR$ 1,7 mil · 314 votosR$ 5,41
Votos por real
- 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.