Pedro da Geladeira
Pedro Paulo Vieira · nasceu em 1969
Pedro da Geladeira se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AGIR (2008–2012), PV (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroAGIR 36009· centro-direitanão eleito453 votos; 898º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pedro da Geladeira teve 453 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 898º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 10 cidades. Comendador Levy Gasparian deu 65,8% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro da Geladeira declarou R$ 660,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 534 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Localizada na rua d 176R$ 258,6 milCasa
- Localizada na estrada união indústria 358R$ 186,7 milLoja
- Localizada na estrada união indústria 332R$ 129,3 milLoja
- Localizado no loteamento sol e marR$ 86,2 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedro da Geladeira declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Comendador Levy Gasparian (RJ) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Comendador Levy Gasparian (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 51 por voto. Quem venceu, Serjao, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.179; o mais barato, R$ 13,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tayenne Do Bozó AVANTER$ 14 mil · 12 votosR$ 1.179
- Jéssica Festas REDER$ 6,7 mil · 13 votosR$ 515
- João Vitor REDER$ 4 mil · 18 votosR$ 223
- Côla REDER$ 5,5 mil · 27 votosR$ 205
- Leo Mancha MDBR$ 11 mil · 164 votosR$ 65,2
- Luiz Vovô REDER$ 4,1 mil · 68 votosR$ 60,5
- Pc Da Capoeira REDER$ 4,1 mil · 80 votosR$ 51
- Fernando Marques REDER$ 4 mil · 78 votosR$ 50,9
- Nelsinho REDER$ 4,7 mil · 130 votosR$ 36
- Nilton Da Academia REDER$ 4 mil · 199 votosR$ 19,9
- Lea Da Império MDBR$ 5 mil · 294 votosR$ 16,9
- Serjao SOLIDARIEDADER$ 3,1 mil · 232 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2016, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 49 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.