Carlinhos Vaz
Pedro Carlos Vaz · nasceu em 1957
Carlinhos Vaz se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinhos Vaz declarou R$ 217,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Carlinhos VazR$ 217,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Saveiro 2015R$ 40,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area de 250 mR$ 35,9 milTerreno
- Area de 250MR$ 35,9 milTerreno
- Passat 1994R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area 686 metrosR$ 21,5 milTerreno
- Area de 422MR$ 14,4 milTerreno
- Cota capital sicrediR$ 12,9 milOutras aplicações
- Area de 863 mR$ 8.619Terreno
- Area de 1200MR$ 8.619Terreno
- Gol 1.0 1995R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Chevete 1991R$ 3.591Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Vaz declarou ao TSE R$ 7,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,1 mil, 5% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rodeio Bonito (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.58592,3%
- Outros candidatosR$ 1337,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 45361,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 28338,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Rodeio Bonito (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Diépe, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 11,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Moacir Tomasi (Sarandi) PPR$ 5 mil · 39 votosR$ 129
- Baixinho PTBR$ 2,4 mil · 28 votosR$ 86
- Vilmar Vivan PPR$ 6,1 mil · 116 votosR$ 52,7
- Grazi Szadkoski PPR$ 7,1 mil · 138 votosR$ 51,3
- Gringa PTR$ 3,3 mil · 65 votosR$ 50,4
- Guito PTBR$ 2,4 mil · 82 votosR$ 29,4
- Lorena Pena PTBR$ 2,4 mil · 115 votosR$ 20,9
- Leandro Paludo PTR$ 4,5 mil · 230 votosR$ 19,5
- Euzebio Lavratti MDBR$ 2,9 mil · 182 votosR$ 15,7
- Helifer Capra PPR$ 4,2 mil · 285 votosR$ 14,7
- Angela Taschetto PTR$ 3,5 mil · 275 votosR$ 12,7
- Diépe PTR$ 3,6 mil · 304 votosR$ 11,8
Votos por real
- 2020, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.