Apuração
Deputado estadual · 2014 · PP

Pedro Borges

Pedro Francisco de Sousa Borges · nasceu em 1954

Pedro Borges se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010MDB2014PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2010), PP (2014).

Dep. estadualPartidoMDBPP201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 60 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Bahia
    PP 11223· direita
    suplente1.941 votos; 232º mais votado de 578 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Bahia
    MDB 15220· centro
    candidatura não chegou à urna
  3. 2010
    Deputado estadual · Bahia
    MDB 15220· centro
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Pedro Borges teve 1.941 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 232º lugar entre 578 candidatos.

Recebeu votos em 305 cidades. Macaúbas deu 29,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 60,6%.

1.941 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.941 votos.
  1. Macaúbas (BA)581 votos29,9%
  2. Botuporã (BA)185 votos9,5%
  3. Xique-Xique (BA)48 votos2,5%
  4. Tanque Novo (BA)46 votos2,4%
  5. Salvador (BA)45 votos2,3%
  6. Outras 290 cidades764 votos39,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Pedro Borges declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Bahia · PP · suplente

De onde veio

R$ 69,2 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 6.5099,4%
  2. PessoasR$ 3.0724,4%

Para onde foi

R$ 69,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 16,3 mil23,6%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Eleicao 2014 Rui Costa Dos Santos GovernadorR$ 7.29310,5%
  3. EscritórioTudo de Eleicao 2014 Rui Costa Dos Santos GovernadorR$ 5.4827,9%
  4. ServiçosR$ 3.0724,4%
  5. TransporteR$ 2.8804,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Bahia, 2014

Mediana da disputa: R$ 22,8 por voto. Quem venceu, Zé Raimundo, gastou R$ 9,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 9,40.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.