Pedro Bitona
João Pedro Coelho de Sousa · nasceu em 1968
Pedro Bitona se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2012), PATRIOTA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Bitona declarou R$ 389,9 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 280,4 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Pedro BitonaR$ 389,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Pedro Bitona declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Grajaú (MA) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.68765,1%
- TransporteR$ 81031,3%
- EscritórioR$ 943,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Grajaú (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,7 por voto. Quem venceu, Elielson Do Caboco Mamédio, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,9; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Magno Do Bmg PSDR$ 13 mil · 333 votosR$ 38,9
- Zé Antonio Leal PSDR$ 32 mil · 923 votosR$ 35
- Ana Maria Viana PSBR$ 6,5 mil · 191 votosR$ 33,9
- Jorge Hilário PODER$ 18 mil · 579 votosR$ 30,8
- Batista Milhomem PODER$ 8,8 mil · 321 votosR$ 27,3
- Antonio Carlos Da Vilinha PC do BR$ 11 mil · 476 votosR$ 24
- Joao Hiran MDBR$ 25 mil · 1.069 votosR$ 23,7
- Jairo MDBR$ 15 mil · 672 votosR$ 22
- Zé Birita MDBR$ 14 mil · 719 votosR$ 20
- Toinho Do Som PSDBR$ 6,5 mil · 478 votosR$ 13,5
- Marquinho Jorge PRPR$ 8,1 mil · 639 votosR$ 12,7
- Elielson Do Caboco Mamédio DEMR$ 9,7 mil · 810 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereador: 204 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.