Pedro
Pedro Baumgratz · nasceu em 1959
Pedro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, agrônomo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 2,2 mi acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- PedroR$ 2,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Lote rual com benfeitoriasR$ 974,8 milTerreno
- Lote com casaR$ 487,4 milTerreno
- Lote rualR$ 487,4 milTerreno
- Chacara urbanaR$ 406,2 milTerreno
- 40 Cabeças de gadoR$ 227,5 milRebanho e animais
- CarroR$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 6.499Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tunápolis (SC) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.06298%
- Outros candidatosR$ 1212%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.68292,1%
- ServiçosR$ 2464%
- Material impressoR$ 2433,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Tunápolis (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 74,8 por voto. Quem venceu, Inacio Thomas, gastou R$ 37,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 168; o mais barato, R$ 37,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milto PLR$ 11 mil · 67 votosR$ 168
- Adelaide PSDBR$ 9,5 mil · 68 votosR$ 140
- Roque Rohr PPR$ 9 mil · 92 votosR$ 97,3
- Flavio PTR$ 12 mil · 127 votosR$ 95,9
- Maria Frey PPR$ 10 mil · 113 votosR$ 88,3
- Adilson PLR$ 9,6 mil · 113 votosR$ 85,2
- Gustavo PLR$ 12 mil · 154 votosR$ 74,8
- Leonardo Vogt PSDR$ 12 mil · 184 votosR$ 64,6
- Donato PTR$ 11 mil · 212 votosR$ 52,3
- Loivo Zoz PSDR$ 12 mil · 242 votosR$ 49,9
- Gilberto MDBR$ 6,6 mil · 177 votosR$ 37,4
- Inacio Thomas PSDR$ 8,2 mil · 220 votosR$ 37,3
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.