Pedro Bandeira
Pedro Bandeira Paulino · nasceu em 1946
Pedro Bandeira se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PP (2008), CIDADANIA (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 69 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pedro Bandeira declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2012.
- Pedro BandeiraR$ 65,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Bandeira declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Senador Guiomard (AC) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Senador Guiomard (AC), 2012
Mediana da disputa: R$ 74,8 por voto. Quem venceu, Ney Do Miltão, gastou R$ 35,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 445; o mais barato, R$ 35,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Theobaldo PODER$ 19 mil · 43 votosR$ 445
- Manoel Lima PTR$ 45 mil · 338 votosR$ 133
- Valna PODER$ 26 mil · 287 votosR$ 90,3
- Ailton PODER$ 26 mil · 300 votosR$ 86
- Toinho PTR$ 22 mil · 264 votosR$ 85
- Fabricio PTR$ 20 mil · 235 votosR$ 84,5
- Manoel Macedo PSDBR$ 25 mil · 329 votosR$ 74,8
- Prof.. Claudia PTR$ 23 mil · 327 votosR$ 71,6
- Vanderson Mambira PSDR$ 39 mil · 586 votosR$ 66,4
- Sandrão PLR$ 21 mil · 347 votosR$ 60,7
- Pedro Mendes PSDBR$ 20 mil · 352 votosR$ 55,6
- Ney Do Miltão PSDR$ 24 mil · 668 votosR$ 35,2
Votos por real
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.