Pedro Armando
Pedro Armando Fossa · nasceu em 1953
Pedro Armando se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro Armando declarou R$ 550,6 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 281,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Pedro ArmandoR$ 550,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Pedro Armando declarou ao TSE R$ 852 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Brodowski (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 53462,7%
- Outros candidatosR$ 31737,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 74287,1%
- ServiçosR$ 819,5%
- OutrosR$ 293,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Brodowski (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Fabio Severi, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.116; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irayde Dos Santos PTBR$ 8,5 mil · 4 votosR$ 2.116
- Washington Aissa REPUBLICANOSR$ 5,7 mil · 56 votosR$ 101
- Marcelo Fossa PTR$ 17 mil · 215 votosR$ 78,5
- Arturzinho PLR$ 15 mil · 318 votosR$ 47,1
- Braz PODER$ 9,5 mil · 253 votosR$ 37,4
- Beto Enfermeiro PTR$ 5 mil · 167 votosR$ 29,8
- Paulo Brisotti PDTR$ 4,9 mil · 176 votosR$ 27,6
- Pablo MDBR$ 6,6 mil · 264 votosR$ 24,8
- Cristhian Cabeleireiro PRPR$ 8,6 mil · 401 votosR$ 21,4
- Ildo Soares SOLIDARIEDADER$ 5,1 mil · 256 votosR$ 20
- Rubens Da Farmacia MDBR$ 5,9 mil · 319 votosR$ 18,4
- Fabio Severi PSBR$ 6,1 mil · 426 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2016, vereador: 212 votos por R$ 1.000, 7,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.