Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Pedro Adao Kunzler

nasceu em 1958

Pedro Adao Kunzler se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PDT 12456· centro-esquerda
    suplente69 votos
  2. 2004
    PDT 12456· centro-esquerda· na urna, Pedro Kunzler
    suplente82 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pedro Adao Kunzler declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 513.000 na declaração)

Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.

  • Pedro Adao KunzlerR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 175 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Adao Kunzler declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Serranópolis do Iguaçu (PR) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 6.544
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.544.
  1. Próprio bolsoR$ 4.33266,2%
  2. PartidoR$ 2.21233,8%

Para onde foi

R$ 6.544
O maior gasto foi com transporte: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.544.
  1. TransporteR$ 4.30665,8%
  2. Material impressoR$ 1.25019,1%
  3. ServiçosR$ 96214,7%
  4. EscritórioR$ 260,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Serranópolis do Iguaçu (PR), 2012

Mediana da disputa: R$ 75,6 por voto. Quem venceu, Diogo Do Esporte, gastou R$ 29,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 831; o mais barato, R$ 29,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.