Pedrinho do Sindicato
Pedro Soares Rodrigues · nasceu em 1968
Pedrinho do Sindicato disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Santa Fé do Sul (SP)), pelo PSL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedrinho do Sindicato declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Pedrinho do SindicatoR$ 28,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Pedrinho do Sindicato declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Santa Fé do Sul (SP) · PSL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.69860,6%
- PessoasR$ 72225,8%
- Outros candidatosR$ 38213,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Fé do Sul (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,75 por voto. Quem venceu, Paula Topan, gastou R$ 2,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,4; o mais barato, R$ 2,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arlinda PPR$ 14 mil · 162 votosR$ 87,4
- Dr Daniel Delegá PSDR$ 5,2 mil · 68 votosR$ 76,6
- Paulo Araujo PC do BR$ 6,6 mil · 164 votosR$ 40,3
- Jorge Messias PSDBR$ 5,4 mil · 189 votosR$ 28,4
- Flavinha Silvestrini MDBR$ 11 mil · 452 votosR$ 25,3
- Leandro Magoga PSDR$ 6,6 mil · 492 votosR$ 13,3
- Marcelo Favaleça PSDR$ 13 mil · 1.313 votosR$ 9,75
- José Rollemberg Professor MDBR$ 7,1 mil · 1.005 votosR$ 7,04
- Ronaldo Lima DEMR$ 4,8 mil · 695 votosR$ 6,89
- Murilo Basi PSLR$ 7,2 mil · 1.082 votosR$ 6,62
- Vaguinho Lopes MDBR$ 3 mil · 536 votosR$ 5,54
- Paula Topan PPR$ 2,7 mil · 996 votosR$ 2,72
Votos por real
- 2020, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.