Apuração
Deputado federal · 2022 · PTB

Pedro de Oliveira

Pedro Soares de Oliveira · nasceu em 1974

Pedro de Oliveira se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008CIDADANIA2012PSC2016PSC2018PSC2022PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PSC (2012–2018), PTB (2022).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoCIDADANIAPSCPTB20082010201220142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 47 anos, até o fundamental, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1411· direita
    não eleito3.825 votos; 142º mais votado de 512 no estado
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSC 20620· direita
    não eleito7.097 votos; 187º mais votado de 798 no estado
  3. 2016
    Vereador · Nova Hartz (RS)
    PSC 20620· direita· na urna, Pedrinho
    eleito356 votos
  4. 2012
    Vereador · Nova Hartz (RS)
    PSC 20620· direita· na urna, Pedrinho Cabelereiro
    eleito331 votos
  5. 2008
    Vereador · Nova Hartz (RS)
    CIDADANIA 23041· centro· na urna, Pedrinho Cabeleireiro
    não eleito202 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Pedro de Oliveira teve 3.825 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 142º lugar entre 512 candidatos.

Recebeu votos em 195 cidades. Nova Hartz deu 15,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,8%.

3.825 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 3.825 votos.
  1. Nova Hartz (RS)603 votos15,8%
  2. Porto Alegre (RS)451 votos11,8%
  3. Taquara (RS)444 votos11,6%
  4. Novo Hamburgo (RS)311 votos8,1%
  5. Sapiranga (RS)278 votos7,3%
  6. Outras 180 cidades925 votos24,2%
As outras 1 eleições para deputado
7.097 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 7.097 votos.
  1. Nova Hartz (RS)2.043 votos28,8%
  2. Sapiranga (RS)810 votos11,4%
  3. Parobé (RS)290 votos4,1%
  4. Panambi (RS)230 votos3,2%
  5. Araricá (RS)207 votos2,9%
  6. Outras 191 cidades2.305 votos32,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Pedro de Oliveira declarou R$ 36,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total caiu R$ 66,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 36,1 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 50% da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2022.

  • Pedro de OliveiraR$ 36,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 716 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 36,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedro de Oliveira declarou ao TSE R$ 211 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 120 mil, 45% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 60,1 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 97,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 97,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 57,8 mil59,5%
  2. ServiçosR$ 1.4561,5%

As contas de 2022 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Tenente Coronel Zucco, gastou R$ 8,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 684; o mais barato, R$ 8,38.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 39 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2018, deputado estadual: 85 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.