Pedrinho
Pedro Paulo Vieira de Macedo · nasceu em 1964
Pedrinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pedrinho declarou R$ 134,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- PedrinhoR$ 134,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedrinho declarou ao TSE R$ 8,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Itaobim (MG) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 6.72084,3%
- Próprio bolsoR$ 80310,1%
- PartidoR$ 3113,9%
- Outros candidatosR$ 1341,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itaobim (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 53 por voto. Quem venceu, Vada, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto Aguilar PPR$ 59 mil · 373 votosR$ 159
- Toninho Garcia PVR$ 10 mil · 94 votosR$ 106
- Enoque Via Ezzo PLR$ 11 mil · 112 votosR$ 96,8
- Josino PRPR$ 11 mil · 160 votosR$ 69,4
- Fabricio DEMR$ 11 mil · 154 votosR$ 68,7
- Dr. Jean PTR$ 45 mil · 742 votosR$ 60,2
- Gonzaga PRPR$ 8,4 mil · 159 votosR$ 53
- Manelin DEMR$ 11 mil · 285 votosR$ 38,4
- Carlos Fugueteiro DEMR$ 11 mil · 314 votosR$ 36,6
- Rivelino PTR$ 8,6 mil · 273 votosR$ 31,5
- Chicona PDTR$ 9,7 mil · 434 votosR$ 22,3
- Vada PTBR$ 9,4 mil · 548 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.