Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Pedrinho

Pedro Wilson Almeida Pereira · nasceu em 1971

Pedrinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004), PSD (2016).

VereadorPartidoPTPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Araçuaí (MG)
    PSD 55555· direita
    suplente307 votos
  2. 2004
    Vereador · Araçuaí (MG)
    PT 13654· centro-esquerda
    suplente292 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedrinho declarou R$ 2.643 em bens, em reais de hoje.

R$ 2.643
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.627 na declaração)

Declarou 9% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • PedrinhoR$ 2.643
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.643. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedrinho declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Araçuaí (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 3.902
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.902.
  1. PessoasR$ 1.97550,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1.05227%
  3. Outros candidatosR$ 87422,4%

Para onde foi

R$ 3.857
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.857.
  1. Material impressoR$ 1.99551,7%
  2. PessoalR$ 90723,5%
  3. ServiçosR$ 76119,7%
  4. TransporteR$ 1945%

Quanto custou cada voto: vereador, Araçuaí (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 22,1 por voto. Quem venceu, Koká Vereador, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,8; o mais barato, R$ 12,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 128 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.