Pedrão
Pedro Luiz Haag dos Santos · nasceu em 1951
Pedrão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pedrão declarou R$ 75,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- PedrãoR$ 75,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedrão declarou ao TSE R$ 8,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cruz Alta (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.05240,9%
- Próprio bolsoR$ 1.02039,6%
- Fundo partidárioR$ 50219,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.40154,4%
- ServiçosR$ 1.05240,9%
- PessoalR$ 1214,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Cruz Alta (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Nene, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 207; o mais barato, R$ 23,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Barão MDBR$ 19 mil · 94 votosR$ 207
- Julio Pezzetta PDTR$ 21 mil · 146 votosR$ 141
- Vitor Giacomini MDBR$ 58 mil · 514 votosR$ 113
- Lauro Bronzoni SOLIDARIEDADER$ 40 mil · 375 votosR$ 107
- Zizico PDTR$ 25 mil · 425 votosR$ 59,4
- Zé Roberto PTR$ 39 mil · 884 votosR$ 43,7
- Junior Marchesan PPR$ 38 mil · 928 votosR$ 41,3
- Dr. Paula MDBR$ 59 mil · 1.448 votosR$ 40,5
- Luirce Paz PLR$ 23 mil · 595 votosR$ 38,9
- Shana Reis PDTR$ 28 mil · 721 votosR$ 38,3
- Cleberson Gardin PSDBR$ 34 mil · 1.133 votosR$ 30,4
- Nene PPR$ 22 mil · 930 votosR$ 23,9
Votos por real
- 2016, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 365 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 294 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.