Pc do Celular
Paulo Cezar Eliazar · nasceu em 1973
Pc do Celular se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPDT 1245· centro-esquerdasuplente3.451 votos; 193º mais votado de 528 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pc do Celular teve 3.451 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 193º lugar entre 528 candidatos.
Recebeu votos em 576 cidades. Belo Horizonte deu 21,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 48,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pc do Celular declarou R$ 263 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 230,2 mil acima da inflação.
Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Pc do CelularR$ 263 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pc do Celular declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 3,7 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Campo Belo (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.00890,4%
- EscritórioR$ 2149,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Belo (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 21,7 por voto. Quem venceu, Walter Moreira, gastou R$ 7,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 7,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Aparecida PTR$ 11 mil · 95 votosR$ 118
- Luis Pinto PTR$ 16 mil · 423 votosR$ 37,2
- Jota Diniz PTR$ 11 mil · 294 votosR$ 37,2
- Wilsinho PPR$ 19 mil · 514 votosR$ 36,2
- Mauricio Da Petrofiltros PTR$ 23 mil · 749 votosR$ 31
- Clesio Cabeleireiro PVR$ 13 mil · 433 votosR$ 30,7
- Christian PTBR$ 13 mil · 597 votosR$ 21,7
- Omar Neves PSDBR$ 14 mil · 775 votosR$ 18,6
- Meia PSDBR$ 12 mil · 685 votosR$ 17,5
- Valdelino PTBR$ 16 mil · 1.276 votosR$ 12,7
- Belchior Soares PPR$ 7 mil · 890 votosR$ 7,91
- Walter Moreira DEMR$ 8,9 mil · 1.137 votosR$ 7,78
Votos por real
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 932 votos por R$ 1.000, 8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.