Paulo Xavier
Paulo Xavier de Albuquerque · nasceu em 1958
Paulo Xavier se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PTB (2008), PSDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Carapicuíba (SP)PTB 15· centro-direitaNa chapa de Marcos Neveschapa não eleita57.854 votos da chapa, 30,1%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Xavier declarou R$ 352,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 591 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Paulo XavierR$ 352,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Rua albino de moraesR$ 170,9 milCasa
- Rua macambiraR$ 76,7 milCasa
- Governo do estado de são pauloR$ 37,8 milOutros fundos
- Estrada do guatambuR$ 30,7 milTerreno
- Prefeitura do municipio de jandiraR$ 27,7 milOutros fundos
- Cealca centro de ensino ald de carapicuiba LTDAR$ 8.908Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Xavier declarou ao TSE R$ 96 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Carapicuíba (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 57 mil89,1%
- Próprio bolsoR$ 4.2246,6%
- Outros candidatosR$ 1.8692,9%
- EmpresasR$ 8661,4%
Para onde foi
- Serviços19 pessoas, não nomeadasR$ 32 mil50,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8661,4%
- OutrosR$ 6040,9%
- EscritórioR$ 1430,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Carapicuíba (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 46 por voto. Quem venceu, Professora Sonia, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 16,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Carlos Gomes PTR$ 69 mil · 452 votosR$ 152
- Joel Da Sabesp PTR$ 132 mil · 1.134 votosR$ 116
- Alexandre Pimentel PTR$ 302 mil · 2.729 votosR$ 111
- Sergio Soga PRPR$ 88 mil · 1.045 votosR$ 84,2
- Marciano PTR$ 107 mil · 1.658 votosR$ 64,7
- Fabinho Lacerda PRTBR$ 86 mil · 1.376 votosR$ 62,5
- Wanderley PPLR$ 102 mil · 2.210 votosR$ 46
- Serginho Da Sabesp REPUBLICANOSR$ 105 mil · 3.521 votosR$ 29,8
- Elias Cassundé MDBR$ 82 mil · 2.790 votosR$ 29,6
- Joel Madeireira REPUBLICANOSR$ 67 mil · 2.721 votosR$ 24,5
- Gilmara PSCR$ 71 mil · 3.087 votosR$ 22,9
- Professora Sonia PDTR$ 102 mil · 6.087 votosR$ 16,7
Votos por real
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.