Paulo Vitor
Paulo Vitor Barbalho de Sousa · nasceu em 1981
Paulo Vitor se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2008), PSB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior completo, contador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Vitor declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 279,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Paulo VitorR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Vitor declarou ao TSE R$ 187 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 175 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Senador Sá (CE) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.29576,2%
- PessoasR$ 40523,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 97257,7%
- Material impressoR$ 69541,3%
- EscritórioR$ 161%
Quanto custou cada voto: vereador, Senador Sá (CE), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Neto Do Sindicato, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 950; o mais barato, R$ 8,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Morgana Abreu PODER$ 2,9 mil · 3 votosR$ 950
- Marquinhos Monteiro PSDR$ 4,1 mil · 39 votosR$ 106
- Cesinha PSDR$ 15 mil · 457 votosR$ 31,9
- Du Carmo DEMOCRATAR$ 9,7 mil · 322 votosR$ 30
- Castelo PSDR$ 9,5 mil · 339 votosR$ 28,1
- Goré Goré PSDR$ 9 mil · 330 votosR$ 27,3
- Daniele PSDR$ 12 mil · 519 votosR$ 23,1
- Mario Sampaio PSDR$ 4,7 mil · 305 votosR$ 15,3
- Neto Do Salao PLR$ 4,4 mil · 304 votosR$ 14,5
- Robson DEMR$ 3,5 mil · 283 votosR$ 12,5
- Zilma Do Nenem PDTR$ 3 mil · 307 votosR$ 9,90
- Neto Do Sindicato PPR$ 2,6 mil · 325 votosR$ 8,07
Votos por real
- 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.