Apuração
Deputado estadual · 2010 · PTB

Paulo Valmir

Paulo Valmir Vargas e Silva · nasceu em 1963

Paulo Valmir disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPTB2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 47 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PTB 14001· centro-direita
    suplente3.198 votos; 269º mais votado de 545 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Paulo Valmir teve 3.198 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 269º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 136 cidades. Canoas deu 31,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,6%.

3.198 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.198 votos.
  1. Canoas (RS)1.020 votos31,9%
  2. Porto Alegre (RS)398 votos12,4%
  3. Pelotas (RS)396 votos12,4%
  4. Capão do Leão (RS)173 votos5,4%
  5. Nova Santa Rita (RS)91 votos2,8%
  6. Outras 121 cidades557 votos17,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Paulo Valmir declarou R$ 377,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 377,1 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 152.524 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2010.

  • Paulo ValmirR$ 377,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 377,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Paulo Valmir declarou ao TSE R$ 197 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PTB · suplente

De onde veio

R$ 197,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 197,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 29,1 mil14,7%
  2. Próprio bolsoR$ 21,3 mil10,8%
  3. Outros candidatosR$ 8.7844,4%
  4. PartidoR$ 5.8573%

Para onde foi

R$ 197,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 197,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 83,3 mil42,2%
  2. InternetR$ 2930,1%
  3. EscritórioR$ 86< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Silvana Covatti, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 16 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.