Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PHS

Paulo Silas

Paulo Silas Alvarenga de Melo · nasceu em 1953

Paulo Silas se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006DEM2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2002–2004), DEM (2006), PHS (2016).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoMDBDEMPHS20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Taboão da Serra (SP)
    PHS 43· centro-direita
    Na chapa de Buscarini
    chapa não eleita23.205 votos da chapa, 18,4%
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    DEM 25777· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    MDB 15165· centro
    suplente
  4. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    MDB 15165· centro
    suplente10.146 votos; 359º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Paulo Silas teve 10.146 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 359º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 244 cidades. Taboão da Serra deu 48,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,9%.

10.146 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.146 votos.
  1. Taboão da Serra (SP)4.926 votos48,6%
  2. São Paulo (SP)1.673 votos16,5%
  3. Iguape (SP)643 votos6,3%
  4. Embu das Artes (SP)490 votos4,8%
  5. Engenheiro Coelho (SP)255 votos2,5%
  6. Outras 229 cidades1.430 votos14,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Silas declarou R$ 131,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 121,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 131,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 81.200 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 131,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Silas declarou ao TSE R$ 235 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 95 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · São Paulo · DEM · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 94,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 94,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 28% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 94,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 26,7 mil28,1%
  2. Internet1 pessoas, não nomeadasR$ 11,6 mil12,2%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4.1534,4%
  4. ServiçosR$ 5930,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Campos Machado, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 12,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 178 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.