Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Paulo Sérgio Petry

nasceu em 1973

Paulo Sérgio Petry se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PDT 12378· centro-esquerda
    suplente73 votos
  2. 2004
    PDT 12373· centro-esquerda· na urna, Paulo Petry
    eleito94 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo Sérgio Petry declarou R$ 665,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 665,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 246.800 na declaração)

Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Paulo Sérgio PetryR$ 665,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 665,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma casa em alvenaria medindo 156M2R$ 215,7 mil
    Bens rurais e animais
  2. Um caminhão carroceria fechadaR$ 202,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Um caminhão carroceria fechadaR$ 148,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Um trator agrícola marca agrale modelo 4300R$ 48,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Aplicação financeira no banco do brasil sob N.10.874X…R$ 26,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Um automóvel monza sl/e efiR$ 18,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Aplicação financeira no sicredi de presidente lucena sob…R$ 4.045
    Dinheiro e aplicações
  8. Conta bancária na agência do banco do brasil de ivotiR$ 1.348
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Sérgio Petry declarou ao TSE R$ 610 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 420.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Presidente Lucena (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 190
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 190
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Lucena (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Denise, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Pastor Leonel MDBR$ 1,8 mil · 16 votosR$ 114
  • Diretor PPR$ 1,8 mil · 16 votosR$ 114
  • Professora Virginia PPR$ 2,1 mil · 35 votosR$ 59,8
  • Ximbu MDBR$ 4,1 mil · 73 votosR$ 56,7
  • Figueroa MDBR$ 3,2 mil · 60 votosR$ 54,1
  • Dolores Maurer MDBR$ 1,8 mil · 41 votosR$ 44,5
  • Marlene Backes MDBR$ 3,3 mil · 104 votosR$ 31,4
  • Janier MDBR$ 1,8 mil · 68 votosR$ 26,9
  • Rambo PPR$ 1,8 mil · 73 votosR$ 25
  • Ricardo MDBR$ 2,1 mil · 85 votosR$ 24,6
  • Airton Weber PDTR$ 1 mil · 79 votosR$ 13,3
  • Denise PTBR$ 2 mil · 169 votosR$ 12

Votos por real

  • 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.