Paulo São Braz
Paulo Roberto Atanazio · nasceu em 1968
Paulo São Braz se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: AGIR (2008–2012), REPUBLICANOS (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo São Braz declarou R$ 38,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 15,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo São Braz declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nossa Senhora do Socorro (SE) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.85280,6%
- Outros candidatosR$ 68819,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Nossa Senhora do Socorro (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Chicão, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,7; o mais barato, R$ 13,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Saulo Medeiros PTBR$ 30 mil · 516 votosR$ 57,7
- Tico Do Guarajá PDTR$ 23 mil · 710 votosR$ 31,8
- Delmando PDTR$ 20 mil · 657 votosR$ 29,9
- Neném Construtor PDTR$ 29 mil · 1.022 votosR$ 28,1
- Aldon Oliveira PDTR$ 30 mil · 1.387 votosR$ 21,3
- Alan Mota PDTR$ 28 mil · 1.433 votosR$ 19,9
- Astro PDTR$ 19 mil · 1.005 votosR$ 19,4
- Chicão MDBR$ 19 mil · 1.453 votosR$ 13,1
Votos por real
- 2020, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 370 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.