Paulo Roberto Dentista
Paulo Roberto Machado Santana · nasceu em 1963
Paulo Roberto Dentista se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DC (2004), MDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, odontólogo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Roberto Dentista declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 70 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Declarou 70 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Paulo Roberto DentistaR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imovel residencial rua cristovao N67R$ 1,6 miCasa
- Sala comercial rua dr rocha 837 sala 24R$ 292,4 milSala ou conjunto
- Ford ano 1981 placa GVM9977R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Nossan march placa GVE8819R$ 43,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vectra elegance 2009 placa HFN21-55R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carretinha reboque placa GOW2365R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Roberto Dentista declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pedro Leopoldo (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.40477,4%
- PessoasR$ 97217,1%
- Outros candidatosR$ 3165,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.93251,6%
- Material impressoR$ 1.61128,4%
- ServiçosR$ 97217,1%
- EscritórioR$ 1672,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Pedro Leopoldo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Dr. Marcus Marinho, gastou R$ 17 por voto. O voto mais caro custou R$ 99; o mais barato, R$ 17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vicente Cruz PSDR$ 24 mil · 242 votosR$ 99
- Barão Do Gás PSDR$ 13 mil · 160 votosR$ 81,5
- Dr. Daniel Advogado PTR$ 12 mil · 151 votosR$ 77
- Davi Majulo Da Multcar PPR$ 12 mil · 200 votosR$ 57,8
- Bley PC do BR$ 12 mil · 339 votosR$ 36,6
- Getulio MDBR$ 11 mil · 393 votosR$ 29,1
- Sargento Aziz PSDR$ 25 mil · 885 votosR$ 28,3
- Fred Da Ricardo REPUBLICANOSR$ 11 mil · 406 votosR$ 27,7
- Osmar Costa PDTR$ 13 mil · 495 votosR$ 25,3
- Geraldo Louro PSBR$ 12 mil · 626 votosR$ 19,3
- Pastor José Maria PDTR$ 13 mil · 752 votosR$ 17,7
- Dr. Marcus Marinho PPR$ 16 mil · 954 votosR$ 17
Votos por real
- 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 169 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 221 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.