Paulo Ricardo
Paulo Ricardo da Silva · nasceu em 1990
Paulo Ricardo se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRTB (2016), PC do B (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 34 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Ricardo declarou R$ 1.625 em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paulo RicardoR$ 1.625
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Ricardo declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 751.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tapes (RS) · PC do B · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 17054,5%
- Próprio bolsoR$ 14245,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 14283,3%
- EscritórioR$ 2816,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapes (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,2 por voto. Quem venceu, Marcus Vigolo, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 16,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Catiane Alencastro PSOLR$ 4,9 mil · 14 votosR$ 349
- Jara Alencastro PTR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 273
- Brizolinha PLR$ 21 mil · 106 votosR$ 194
- Henrique Ambos PSOLR$ 3,2 mil · 22 votosR$ 147
- Joao Amaral PSOLR$ 7,7 mil · 94 votosR$ 82,3
- Fabiano Dummer PPR$ 20 mil · 356 votosR$ 57,1
- Rosane Pinzon PPR$ 8,5 mil · 206 votosR$ 41,2
- Nino Kologeski PLR$ 3,6 mil · 89 votosR$ 40,8
- João Paulo PPR$ 16 mil · 389 votosR$ 40,5
- Cleber Laquiman DEMR$ 4,5 mil · 215 votosR$ 21
- Professora Cátia MDBR$ 4,5 mil · 229 votosR$ 19,8
- Marcus Vigolo PPR$ 7,1 mil · 438 votosR$ 16,3
Votos por real
- 2020, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.