Neyton
Neyton de Souza Rodrigues · nasceu em 1951
Neyton se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PDT (2008), PHS (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Neyton declarou R$ 388,4 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 460,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- NeytonR$ 388,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa residencial na avenida araguaia setor jardim…R$ 359,1 milCasa
- Um veiculo GM astra gl ano 2000R$ 20,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma carreta reboque ano 2019R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em moeda nacionalR$ 2.011Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Neyton declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 60 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vianópolis (GO) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.10463%
- Próprio bolsoR$ 1.40821,6%
- Outros candidatosR$ 1.00115,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.47952,4%
- Material impressoR$ 77827,6%
- TransporteR$ 56620,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Vianópolis (GO), 2020
Neyton: R$ 21,9 por voto (mediana da disputa, R$ 20,2). Quem venceu, Nelson Neto, gastou R$ 3,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,4; o mais barato, R$ 3,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Neyton. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Donizete Do Lavajato PSDBR$ 7,1 mil · 105 votosR$ 67,4
- Júlio Ferrim PSDBR$ 9,1 mil · 150 votosR$ 60,8
- Weltin PSDBR$ 8,6 mil · 151 votosR$ 56,7
- Valquíria Rodrigues PPR$ 11 mil · 405 votosR$ 26,7
- Neyton MDBR$ 2,8 mil · 129 votosR$ 21,9
- Doril MDBR$ 1,7 mil · 83 votosR$ 20,5
- Toninho Arão PPR$ 5,5 mil · 273 votosR$ 20,2
- Professor Kleber PSDBR$ 2,8 mil · 252 votosR$ 11,2
- Rildo Batista PPR$ 2,7 mil · 312 votosR$ 8,54
- Cleydson Mascarenhas PPR$ 2,6 mil · 309 votosR$ 8,29
- Abadia Do Toquim MDBR$ 1,5 mil · 298 votosR$ 4,99
- Nelson Neto PPR$ 1,7 mil · 465 votosR$ 3,65
Votos por real
- 2020, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 51 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.