Paulo Pillo
Paulo Cesar Oliveira e Souza · nasceu em 1973
Paulo Pillo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2008–2012), PDT (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, representante comercial, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Pillo declarou R$ 15,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 22,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Paulo PilloR$ 15,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Pillo declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 22 mil, 90% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Viamão (RS) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.30253,1%
- Fundo eleitoralR$ 1.14946,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 63752,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 56646,5%
- EscritórioR$ 141,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Viamão (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Dieguinho Santos, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 534; o mais barato, R$ 14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dani Moraes PLR$ 28 mil · 53 votosR$ 534
- Alexandra Reis PSDR$ 35 mil · 258 votosR$ 136
- Nayara Martelli MDBR$ 38 mil · 748 votosR$ 50,6
- Serginho PTR$ 25 mil · 506 votosR$ 49,4
- Eraldo Roggia PTBR$ 36 mil · 1.144 votosR$ 31,6
- Prof Igor Bernardes PLR$ 26 mil · 890 votosR$ 29,3
- André Gutierres PPR$ 25 mil · 1.012 votosR$ 24,5
- Fatima Maria PTR$ 25 mil · 1.045 votosR$ 23,8
- Estela Vilanova PTR$ 25 mil · 1.042 votosR$ 23,8
- Dilamar PSBR$ 28 mil · 1.614 votosR$ 17,6
- Alex Boscaini PTR$ 26 mil · 1.616 votosR$ 16,1
- Dieguinho Santos PSDR$ 24 mil · 1.695 votosR$ 14
Votos por real
- 2020, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.