Paulo Palmeira
Paulo Afonso Martins Palmeira · nasceu em 1966
Paulo Palmeira se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSL (2008–2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Palmeira declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 53,1 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Palmeira declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Coqueiro Seco (AL) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coqueiro Seco (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 220 por voto. Quem venceu, Dr. Max, gastou R$ 43,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.359; o mais barato, R$ 43,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Simone Do Tenente Arlindo PLR$ 7,1 mil · 3 votosR$ 2.359
- Joeliton Luiz PROSR$ 9,9 mil · 14 votosR$ 707
- Ivone Costureira PLR$ 7 mil · 11 votosR$ 641
- Tereza Da Saúde PLR$ 7,1 mil · 12 votosR$ 588
- Mana Do Magaiver PROSR$ 5,7 mil · 17 votosR$ 333
- Dilma PLR$ 7,1 mil · 24 votosR$ 294
- Junior Santos PROSR$ 9,9 mil · 45 votosR$ 220
- Edi Do Depósito PROSR$ 13 mil · 66 votosR$ 194
- Marcos Pajaú PROSR$ 9,9 mil · 117 votosR$ 84,7
- Dedinho PROSR$ 7,1 mil · 120 votosR$ 58,8
- Marcelo Do Côco PROSR$ 9,9 mil · 173 votosR$ 57,3
- Dr. Max PROSR$ 7,1 mil · 162 votosR$ 43,6
Votos por real
- 2020, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 3,9 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.