Paulo Obras
Paulo Rocha de Lima · nasceu em 1972
Paulo Obras disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Figueira (PR)), pelo PSC: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Obras declarou R$ 32,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Paulo ObrasR$ 32,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Fiat palio 2006 1.0 flexR$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat palio 2011 fire financiamentoR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança bradescoR$ 10Caderneta de poupança
- Conta correnteR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Paulo Obras declarou ao TSE R$ 226 em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Figueira (PR) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Figueira (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Professora Aline, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 492; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 5 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ademar PPR$ 9,3 mil · 19 votosR$ 492
- Gilberto PPR$ 3,7 mil · 22 votosR$ 168
- Junior Molina PPR$ 8,1 mil · 118 votosR$ 68,6
- Jeeu Lava Car PPR$ 3,8 mil · 79 votosR$ 48,4
- Devanil Ferreira PPR$ 5,3 mil · 135 votosR$ 39,6
- Paulo Sandro PPR$ 3,5 mil · 92 votosR$ 37,8
- Professora Aline PPR$ 3,8 mil · 201 votosR$ 19,1
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.