Paulo Miranda
Paulo Estevão de Miranda Borges · nasceu em 1955
Paulo Miranda se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PC do B (2012–2014), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do NortePC do B 65155· esquerda· na urna, Paulo da Previdenciasuplente1.552 votos; 69º mais votado de 244 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Paulo Miranda teve 1.552 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 69º lugar entre 244 candidatos.
Recebeu votos em 53 cidades. Parnamirim deu 61,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Miranda declarou R$ 308,7 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2014 e 2016.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Paulo MirandaR$ 308,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Miranda declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Parnamirim (RN) · PHS · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.09662,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.88630%
- Outros candidatosR$ 5544,3%
- PartidoR$ 4063,1%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.29510,1%
- ServiçosR$ 4063,2%
- EscritórioR$ 210,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Parnamirim (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,7 por voto. Quem venceu, Thiago Cartaxo, gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 27,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson Moura PRPR$ 224 mil · 1.044 votosR$ 215
- Andre Domingos PPR$ 56 mil · 468 votosR$ 119
- Gustavo Negocio DEMOCRATAR$ 126 mil · 1.704 votosR$ 74
- Rhalessa Filha De Clenio PODER$ 136 mil · 2.025 votosR$ 67,1
- Afrânio Bezerra AVANTER$ 59 mil · 1.045 votosR$ 56,4
- Santana AGIRR$ 48 mil · 938 votosR$ 51,1
- Prof. Ítalo PSDR$ 59 mil · 1.308 votosR$ 44,7
- Professora Vandilma MDBR$ 81 mil · 2.183 votosR$ 37,2
- Batista MDBR$ 48 mil · 1.377 votosR$ 34,9
- Kátia Pires DEMR$ 61 mil · 1.925 votosR$ 31,6
- Rogerio Santiago CIDADANIAR$ 66 mil · 2.271 votosR$ 29
- Thiago Cartaxo PODER$ 66 mil · 2.382 votosR$ 27,5
Votos por real
- 2016, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.