Paulo Micena
Paulo Alves dos Santos · nasceu em 1955
Paulo Micena se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PT (2002–2004), PV (2008–2014), PC do B (2016), MDB (2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 69 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · Rio de JaneiroPV 4314· centro· na urna, Micenanão eleito803 votos; 479º mais votado de 953 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPT 13121· centro-esquerdasuplente1.143 votos; 593º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Paulo Micena teve 803 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 479º lugar entre 953 candidatos.
Recebeu votos em 19 cidades. Guapimirim deu 77,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Micena declarou R$ 21,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 45,4 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Paulo Micena declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Guapimirim (RJ) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Guapimirim (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 40,7 por voto. Quem venceu, Marlon Rocha, gastou R$ 5,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 436; o mais barato, R$ 5,83.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Borret REPUBLICANOSR$ 73 mil · 168 votosR$ 436
- Diretora Claudia Ulrich REPUBLICANOSR$ 19 mil · 77 votosR$ 253
- Rubens Camilo PDTR$ 16 mil · 103 votosR$ 154
- Danilo Da Ração REPUBLICANOSR$ 22 mil · 233 votosR$ 93,9
- Andrea Da Saúde PDTR$ 17 mil · 392 votosR$ 44,6
- Cambota PPR$ 39 mil · 944 votosR$ 41,3
- Pablo Lira REPUBLICANOSR$ 50 mil · 1.221 votosR$ 40,7
- Dr Eduardo Gomes REPUBLICANOSR$ 15 mil · 383 votosR$ 39,4
- Rodrigo Maumau REPUBLICANOSR$ 27 mil · 694 votosR$ 38,3
- Rosalvo Filho MDBR$ 23 mil · 1.009 votosR$ 22,3
- Horacio Fiuza MDBR$ 35 mil · 1.626 votosR$ 21,3
- Marlon Rocha AGIRR$ 17 mil · 2.849 votosR$ 5,83
Votos por real
- 2024, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 68 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.