Paulo Melo
Paulo Roberto de Melo · nasceu em 1966
Paulo Melo se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, superior completo, comunicólogo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPSOL 50007· esquerdanão eleito1.296 votos; 438º mais votado de 942 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paulo Melo teve 1.296 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 438º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Unaí deu 78,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Melo declarou R$ 124,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2010 e 2012.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Paulo MeloR$ 124,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Equipamentos foto e vídeoR$ 43,8 milBens da atividade autônoma
- 1/12 Propriedade ruralR$ 43,8 milOutros bens imóveis rural
- 1/12 EspolioR$ 26,3 milCasa
- Fusca anoR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Melo declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Unaí (MG) · PSOL · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.11251,9%
- Próprio bolsoR$ 1.19129,3%
- EmpresasR$ 59614,6%
- Outros candidatosR$ 1734,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.44860,1%
- TransporteR$ 75818,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 43310,6%
- EscritórioR$ 43310,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Unaí (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 49,9 por voto. Quem venceu, Ze Lucas, gastou R$ 38,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.541; o mais barato, R$ 38,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Wilton Alencar MDBR$ 35 mil · 23 votosR$ 1.541
- Veisin DEMR$ 162 mil · 597 votosR$ 272
- Ernani Zago PSLR$ 35 mil · 204 votosR$ 174
- Cláudia Machado PLR$ 51 mil · 376 votosR$ 136
- Dorinha Melgaço PDTR$ 61 mil · 879 votosR$ 69,4
- Professor Diego PLR$ 40 mil · 664 votosR$ 61
- Ilton Campos PSDBR$ 48 mil · 967 votosR$ 49,9
- Andréa Machado PHSR$ 63 mil · 1.295 votosR$ 48,4
- Petrônio Nêgo Rocha PSLR$ 40 mil · 906 votosR$ 43,8
- Thiago Martins PLR$ 76 mil · 1.778 votosR$ 42,7
- Alino Coelho PSDBR$ 62 mil · 1.612 votosR$ 38,6
- Ze Lucas PLR$ 36 mil · 956 votosR$ 38,1
Votos por real
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 101 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.