Paulo Mauricio
Paulo Mauricio da Silva · nasceu em 1955
Paulo Mauricio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PSDB (2012), PROS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Mauricio declarou R$ 136,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 136,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Mauricio declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 958.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Areal (RJ) · PROS · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Areal (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,2 por voto. Quem venceu, Itamar Da Ambulancia, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 484; o mais barato, R$ 19,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Reginaldo Da Oficina PTBR$ 12 mil · 25 votosR$ 484
- Roseli Salgado PTBR$ 11 mil · 42 votosR$ 263
- Luis Da Papelaria PPR$ 23 mil · 344 votosR$ 66
- Anderson Marcelino PTBR$ 12 mil · 251 votosR$ 46,4
- Márcio Lima PTBR$ 12 mil · 269 votosR$ 44,3
- Samuel Sanseverino PDTR$ 15 mil · 435 votosR$ 35,6
- Marquinho Da Saúde REDER$ 7,1 mil · 227 votosR$ 31,2
- Santana Da Verdura REDER$ 9,3 mil · 313 votosR$ 29,7
- Marcelo Pipa SOLIDARIEDADER$ 8,4 mil · 283 votosR$ 29,6
- Dedeu PDTR$ 7,7 mil · 310 votosR$ 24,9
- Valter Luis PLR$ 6 mil · 261 votosR$ 22,8
- Itamar Da Ambulancia PDTR$ 6,7 mil · 343 votosR$ 19,4
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.