Apuração
Prefeito · 2016 · PSD

Paulo Lopes

Paulo Lopes Mateus Kaxinawá · nasceu em 1977

Paulo Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PC do B2012PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PC do B (2008), PSD (2012–2016).

PrefeitoVereadorPartidoPC do BPSD20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, vereador, cor indígena. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSD 55· direita
    não eleito358 votos, 14,8%
  2. 2012
    PSD 55234· direita· na urna, Paulo Mateus
    eleito73 votos
  3. 2008
    PC do B 65234· esquerda· na urna, Paulo Mateus Kaxinawá
    eleito88 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Lopes declarou R$ 64,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 54,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 64,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.500 na declaração)

Declarou 25% da mediana dos candidatos a prefeito no Acre em 2016.

  • Paulo LopesR$ 64,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 259,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 661,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 64,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Lopes declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 27 mil, 45% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Santa Rosa do Purus (AC) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 26,9 mil
45% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,9 mil.
  1. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 14,8 mil54,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Social Democratico - AcR$ 12,1 mil45,1%

Para onde foi

R$ 26,9 mil
O maior gasto foi com serviços: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,9 mil.
  1. Serviços10 pessoas, não nomeadasR$ 14,8 mil54,9%
  2. Material impressoTudo de Partido Social Democratico - AcR$ 12,1 mil45,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Rosa do Purus (AC), 2016

Paulo Lopes: R$ 75,3 por voto (mediana da disputa, R$ 6,12). Quem venceu, Assis Moura, gastou R$ 6,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,3; o mais barato, R$ 3,36.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.