Apuração
Deputado federal · 2010 · PP

Paulo Martins

Paulo Martins da Silva · nasceu em 1960

Paulo Martins disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Goiás), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPP2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 49 anos, superior completo, agrônomo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Goiás
    PP 1112· direita
    suplente4.512 votos; 43º mais votado de 119 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Paulo Martins teve 4.512 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 119 candidatos.

Recebeu votos em 182 cidades. Rio Verde deu 37,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,0%.

4.512 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.512 votos.
  1. Rio Verde (GO)1.697 votos37,6%
  2. Goiânia (GO)834 votos18,5%
  3. São João D'aliança (GO)170 votos3,8%
  4. Aparecida de Goiânia (GO)123 votos2,7%
  5. Senador Canedo (GO)118 votos2,6%
  6. Outras 167 cidades1.040 votos23%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Paulo Martins declarou R$ 38,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 38,8 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 15.687 na declaração)

Declarou 16% da mediana dos candidatos a deputado federal em Goiás em 2010.

  • Paulo MartinsR$ 38,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 243 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 38,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Paulo Martins declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Goiás · PP · suplente

De onde veio

R$ 67,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 22,8 mil33,9%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.8877,2%

Para onde foi

R$ 67,4 mil
O maior gasto foi com outros: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 12,2 mil18,1%
  2. EscritórioR$ 980,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Goiás, 2010

Mediana da disputa: R$ 47,3 por voto. Quem venceu, Joao Campos, gastou R$ 9,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 9,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.