Paulo Martins
Paulo Gomes Martins · nasceu em 1969
Paulo Martins se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 5 partidos: MOBILIZA (2004), PHS (2008), PRP (2012), PROS (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Martins declarou R$ 477,6 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 159,5 mil acima da inflação.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulo MartinsR$ 477,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Martins declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Matozinhos (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 84988,2%
- Outros candidatosR$ 11311,8%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Matozinhos (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Marli Vale, gastou R$ 7,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 7,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leiliane Ávila REPUBLICANOSR$ 8,5 mil · 58 votosR$ 147
- Emanuel Oba PSDBR$ 14 mil · 151 votosR$ 92,6
- Professor Gerson PSDBR$ 8,4 mil · 154 votosR$ 54,6
- Dr Antônio Cesar REPUBLICANOSR$ 8,3 mil · 212 votosR$ 39,1
- Aline Tavares PSDR$ 7,9 mil · 251 votosR$ 31,5
- Nilson Da Mercearia PSDR$ 8 mil · 294 votosR$ 27,3
- Antônio Carvalho MDBR$ 5,9 mil · 283 votosR$ 20,9
- Flávinho Do Sítio REPUBLICANOSR$ 4,4 mil · 312 votosR$ 14,1
- Sidirley Bento PSDR$ 5,7 mil · 407 votosR$ 13,9
- Italo Borges PSDR$ 4,8 mil · 422 votosR$ 11,3
- Jane Rosa DEMR$ 5,2 mil · 519 votosR$ 9,96
- Marli Vale PSDBR$ 4,1 mil · 520 votosR$ 7,89
Votos por real
- 2016, vereador: 215 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.