Paulo Márcio
Paulo Márcio Nicolau Machado · nasceu em 1963
Paulo Márcio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Márcio declarou R$ 235,6 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 47,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Paulo MárcioR$ 235,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Márcio declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · José Bonifácio (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 49968%
- PessoasR$ 23532%
Para onde foi
- Material impressoR$ 38252,1%
- ServiçosR$ 23532%
- EscritórioR$ 8111%
- OutrosR$ 364,9%
Quanto custou cada voto: vereador, José Bonifácio (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 20 por voto. Quem venceu, Rafinha Do Bar, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,1; o mais barato, R$ 9,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Willy Caruso AGIRR$ 5,9 mil · 106 votosR$ 56,1
- Paulo Chioca CIDADANIAR$ 5,4 mil · 145 votosR$ 37,5
- Olimiro Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 6,5 mil · 229 votosR$ 28,4
- Aldo Roberto Estefano PSBR$ 12 mil · 506 votosR$ 23,9
- Gefferson Luis PTBR$ 5,1 mil · 227 votosR$ 22,3
- Leléu Do Bar PVR$ 6,3 mil · 289 votosR$ 21,7
- Sargento Santos PSLR$ 6,4 mil · 321 votosR$ 20
- Jura Do Ônibus PSDR$ 7,1 mil · 441 votosR$ 16,2
- Jose Fachin DEMR$ 6,2 mil · 385 votosR$ 16,1
- Luciano Morangao PSCR$ 5,4 mil · 342 votosR$ 15,8
- Rafinha Do Bar SOLIDARIEDADER$ 12 mil · 827 votosR$ 14,2
- Natalia Zafalon (Enfermeira) PTBR$ 8,8 mil · 906 votosR$ 9,74
Votos por real
- 2016, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 287 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.