Paulo Lessa
Paulo José Tavares Lessa · nasceu em 1960
Paulo Lessa se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio de JaneiroPP 1144· direitasuplente10.972 votos; 129º mais votado de 560 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Paulo Lessa teve 10.972 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 129º lugar entre 560 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. Macaé deu 27,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Lessa declarou R$ 701,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Lessa declarou ao TSE R$ 332 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 258 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Macaé (RJ) · PP · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 36,2 mil59,2%
- EmpresasR$ 18,4 mil30,1%
- PessoasR$ 6.49810,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 29,7 mil48,6%
- Material impressoR$ 27 mil44,3%
- ServiçosR$ 4.3327,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Macaé (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 133 por voto. Quem venceu, Guto Garcia, gastou R$ 69,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 549; o mais barato, R$ 69,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pedro Servidor MDBR$ 280 mil · 509 votosR$ 549
- Jorjão Siqueira REPUBLICANOSR$ 348 mil · 1.111 votosR$ 313
- Carlos Emir Júnior PDTR$ 236 mil · 1.469 votosR$ 160
- Chico Machado MDBR$ 586 mil · 3.939 votosR$ 149
- George Jardim MDBR$ 461 mil · 3.232 votosR$ 143
- Luciano Diniz PTR$ 271 mil · 2.033 votosR$ 133
- Maxwell Vaz PTR$ 240 mil · 2.073 votosR$ 116
- Boca MDBR$ 257 mil · 2.399 votosR$ 107
- Mirinho MDBR$ 206 mil · 1.970 votosR$ 105
- Dr. Lucio Mauro MDBR$ 261 mil · 2.648 votosR$ 98,7
- Guto Garcia PTR$ 248 mil · 3.552 votosR$ 69,9
Votos por real
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 43 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.