Paulo Kareka
Paulo Renato Schmitt Cardoso · nasceu em 1960
Paulo Kareka se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2002), MDB (2004), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
- 2002Senador · Rio Grande do SulPV 434· centro-esquerda· na urna, Paulo Carecanão eleito10.610 votos, 0,1%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Kareka declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paulo KarekaR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Rua AMAPA,417R$ 812,3 milCasa
- 37,5% Casa de herança rua papa joao XXIII,481R$ 308,7 milCasa
- Aplicaçao renda fixa banco do brasilR$ 172,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Carro jac J6 ano 2012R$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Onix 2013R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno em gravataiR$ 16,2 milTerreno
- Conta corrente banco do brasilR$ 9.748Conta corrente no país
- 1% Cota sociedadepavmer cia LTDAR$ 1.625Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Kareka declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para senador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cachoeirinha (RS) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.59186,5%
- OutrosR$ 2438,1%
- Material impressoR$ 1625,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeirinha (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,8 por voto. Quem venceu, Rubens Otávio Dr. Rubinho, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tomaz Da Reunião MDBR$ 65 mil · 537 votosR$ 121
- Sueme Pompeo De Mattos PDTR$ 24 mil · 549 votosR$ 43,8
- Joao Tardeti PSBR$ 49 mil · 1.156 votosR$ 42,7
- Chapolin PSBR$ 26 mil · 635 votosR$ 40,7
- Ibaru Rodrigues PSBR$ 55 mil · 1.479 votosR$ 37
- Jack PSBR$ 51 mil · 1.452 votosR$ 35,4
- Rosane Lipert PC do BR$ 26 mil · 830 votosR$ 31,8
- Brinaldo Mesquita MDBR$ 38 mil · 1.339 votosR$ 28
- Edison Cordeiro REPUBLICANOSR$ 41 mil · 1.551 votosR$ 26,7
- Fernando Medeiros PDTR$ 31 mil · 1.340 votosR$ 23,5
- Marco Barbosa PSBR$ 27 mil · 1.750 votosR$ 15,2
- Rubens Otávio Dr. Rubinho MDBR$ 35 mil · 2.772 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 287 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2002, senador: 936 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.