Apuração
Vereador · 2016 · PV

Paulo Kareka

Paulo Renato Schmitt Cardoso · nasceu em 1960

Paulo Kareka se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004MDB2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2002), MDB (2004), PV (2016).

SenadorVereadorPartidoPVMDBPV20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Cachoeirinha (RS)
    PV 43213· centro
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Cachoeirinha (RS)
    MDB 15004· centro· na urna, Paulo Careca
    suplente
  3. 2002
    PV 434· centro-esquerda· na urna, Paulo Careca
    não eleito10.610 votos, 0,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Kareka declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 876.000 na declaração)

Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Paulo KarekaR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Rua AMAPA,417R$ 812,3 mil
    Casa
  2. 37,5% Casa de herança rua papa joao XXIII,481R$ 308,7 mil
    Casa
  3. Aplicaçao renda fixa banco do brasilR$ 172,2 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. Carro jac J6 ano 2012R$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Onix 2013R$ 45,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Terreno em gravataiR$ 16,2 mil
    Terreno
  7. Conta corrente banco do brasilR$ 9.748
    Conta corrente no país
  8. 1% Cota sociedadepavmer cia LTDAR$ 1.625
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Kareka declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para senador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cachoeirinha (RS) · PV · suplente

De onde veio

R$ 2.996
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.996
O maior gasto foi com transporte: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.996.
  1. TransporteR$ 2.59186,5%
  2. OutrosR$ 2438,1%
  3. Material impressoR$ 1625,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeirinha (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 31,8 por voto. Quem venceu, Rubens Otávio Dr. Rubinho, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 287 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, senador: 936 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.